Projetos Missionários

Missionários Glauco e Polyana Negrão.

Nossa Missão:

Cooperar com 02 Igrejas Batistas Albanesas:

- Capacitando novos obreiros e líderes
- Incentivando a abertura de novas igrejas
- Despertando a vocação missionária
- Evangelização de crianças, jovens e universitários
- Ensino de música, português e informática

Conheça como surgiu a paixão pela Albânia

Em 2009, sete anos após receber um chamado específico, eu, Glauco, estava em viagem pela Itália (minha primeira pretensão de campo missionário). Certo momento, orava ao Senhor por uma direção ministerial clara a ser seguida no retorno ao Brasil. Mal terminara a prece, um albanês sentou-se ao meu lado, perguntando o motivo de seu celular não funcionar...

Nos 15 minutos seguintes, como nenhum de nós dois era fluente no italiano, uma conversa especial se desenrolou traduzida pelo Espírito Santo. Quando ele se apresentou como albanês, eu lhe disse que era um missionário brasileiroe que tinha o desejo de conhecer seu país. Esfuziante de alegria, ele começou a me ensinar algumas palavras em albanês com seu passaporte. Përparimera o seu nome, que significa “prosperidade”. Fiz o mesmo com meu passaporte. Para sustentar sua família na Albânia, trabalhava como auxiliar de feirante, não vendo seus filhos há dois anos. Suas palavras finais foram: “Não deixe de ir até a minha cidade e falar com meus filhos, que há muito tempo eu não vejo”.

... Chegando ao Brasil, alguém me disse: Glauco, esta experiência parece com a que Paulo teve com o varão macedônico em uma visão: “Passa a Macedônia e ajuda-nos” (At. 16.9b). Na ocasião, Paulo concluiu que Deus o chamara paraanunciar o Evangelho ali. E, o mesmo acontecera comigo. Qual foi minha surpresa ao notar que a atual Albânia era parte da mesma Macedônia nos tempos do Paulo!

Em 2010, cursando a Especialização em Missiologia, a confirmação para ir à Albânia veio com um telefonema das igrejas albanesas para JAMI-CBN, solicitando um missionário. No ano seguinte (2011), viajei para Albãnia, para contatar aquelas igrejas e firmar uma parceria. Na ocasião, aproveitei a oportunidade para procurar a casa de Përparim, em Vlorë, mas o endereço estava incompleto. Nem adiantou buscar pelo nome, por ser muito comum, como se fosse “José” ou “João” no Brasil.

Hoje, em 2013, com minha esposa, Polyana, preparamo-nos para ir a Albânia em definitivo, pois o clamor de Përparim ainda ressoa em meus ouvidos: “Não deixe de ir até a minha cidade...”

Missionário Glauco Negrão